FIFA criticizes campaign to remove Gianni Infantino
FIFA defends its president Gianni Infantino against accusations and pressure from European football associations, reaffirming its commitment to the organization's governance and integrity.

Fifa critica campanha para destituir Gianni Infantino
De acordo com Bbc.
Contexto
Gianni Infantino, presidente da Fifa, enfrenta crescente oposição de associações de futebol europeias, especialmente após a proposta do Fifa Forward Enterprise, que gerou controvérsia. A presidente da Federação Norueguesa de Futebol, Lise Klaveness, é uma das vozes que pedem sua renúncia, refletindo um descontentamento mais amplo com sua gestão. A situação atual pode influenciar a dinâmica entre a Fifa e a Uefa no futuro.
Por que isto importa
A defesa da Fifa em relação a Gianni Infantino é crucial para a estabilidade da governança no futebol global. As alegações de desestabilização e a pressão de associações europeias, como a Uefa, podem impactar a credibilidade da Fifa e suas operações. A situação destaca as tensões entre a Fifa e as federações europeias, que têm se mostrado cada vez mais críticas em relação à liderança de Infantino.
Principais conclusões
- Fifa critica campanha para destituir Gianni Infantino.
- A Fifa defende seu presidente Gianni Infantino contra acusações e pressões de associações de futebol europeias, reafirmando seu compromisso com a governança e a integridade da organização.
- Gianni Infantino: Fifa criticises campaign to oust president - BBC Sport.
A Fifa se manifestou de forma contundente contra o que classificou como uma "campanha concertada e contínua" para desestabilizar a entidade e seu presidente, Gianni Infantino. A declaração surge após a publicação de um relatório que sugere que a suposta amante de Infantino teria recebido uma indenização da Uefa após um suposto caso enquanto ele era secretário-geral da organização.
Um porta-voz da Fifa afirmou ao jornal Daily Telegraph que Infantino "nega veementemente" as alegações, considerando-as "categoricamente falsas". Em sua resposta, a Fifa condenou as "alegações infundadas e afirmações demonstravelmente falsas", ressaltando que "especulações e insinuações não devem ser apresentadas como fatos". Essa declaração é um reflexo do crescente descontentamento de algumas associações de futebol da Europa em relação a Infantino, especialmente após o controverso projeto Fifa Forward Enterprise (FFE), que propunha a criação de uma nova empresa para gerenciar direitos comerciais e de ingressos, com 21% desses direitos sendo vendidos a uma empresa de investimento privado.
A Uefa, que perdeu a confiança em Infantino, já havia ameaçado boicotar eventos da Fifa, e a presidente da Federação Norueguesa de Futebol (NFF), Lise Klaveness, pediu a renúncia do presidente. A Fifa, por sua vez, reafirmou que Infantino foi eleito democraticamente pelas Associações Membro da Fifa e continua a atuar com seu mandato. "É cada vez mais evidente que há um esforço concertado por alguns para minar a Fifa e seu presidente", diz a nota da Fifa.
Embora a oposição a Infantino venha majoritariamente da Europa, a Federação Mexicana de Futebol se destacou ao apoiar o presidente, alinhando-se à posição da Conmebol, que rejeita qualquer tentativa de destituir Infantino sem votação envolvendo todos os 211 países membros da Fifa. Além disso, Infantino conta com o apoio unânime das 54 nações da Confederação Africana de Futebol (Caf).
Na quarta-feira, Infantino convocou uma reunião com membros do conselho da Fifa em Rabat, Marrocos, onde a Fifa, em nome de Infantino e do secretário-geral Mattias Grafstrom, pediu desculpas pelo projeto FFE, mas também afirmou que não tolerará mais ataques à sua integridade, boa governança e devido processo. A Fifa se defendeu também contra as críticas que vem recebendo, afirmando que "mudanças inevitavelmente desafiam interesses estabelecidos, mas a discordância com essas mudanças não pode justificar esforços para minar o mandato democrático do presidente da Fifa ou da instituição que ele foi eleito para liderar".
No entanto, a entidade frisou que acolhe a fiscalização legítima, mas que essa não deve ser uma licença para distorcer fatos ou amplificar alegações infundadas que visam desviar a atenção do progresso que a Fifa busca. A Fifa se comprometeu a contestar diretamente qualquer reportagem que seja inexacta ou enganosa.
O que acontece a seguir
Com a Fifa reafirmando seu apoio a Infantino, é provável que a disputa entre a entidade e as associações europeias se intensifique. A Uefa, que já expressou desconfiança em relação ao presidente da Fifa, pode continuar a pressionar por mudanças, incluindo a possibilidade de boicotar eventos da Fifa. A resposta de Infantino e a continuidade de sua presidência serão observadas de perto, especialmente em relação ao projeto Fifa Forward Enterprise.
Perguntas frequentes
- O que aconteceu com Gianni Infantino?
- A Fifa criticou uma campanha para desestabilizar seu presidente, Gianni Infantino, após um relatório sugerir que sua suposta amante recebeu indenização da Uefa.
- Quem confirmou as alegações contra Infantino?
- Um porta-voz da Fifa afirmou que Infantino 'nega veementemente' as alegações, considerando-as 'categoricamente falsas'.
- Por que agora a Fifa se manifestou contra a campanha?
- A declaração da Fifa surge em meio ao crescente descontentamento de associações de futebol da Europa em relação a Infantino, especialmente após o controverso projeto Fifa Forward Enterprise.
- Quais mudanças estão sendo solicitadas em relação a Infantino?
- A presidente da Federação Norueguesa de Futebol, Lise Klaveness, pediu a renúncia de Infantino.
- Como a Fifa defendeu Infantino em sua declaração?
- A Fifa reafirmou que Infantino foi eleito democraticamente e condenou as alegações como infundadas e falsas, destacando um esforço para minar a entidade.
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