Análise da Seleção da Tunísia para o Mundial 2026
A Tunísia é a próxima adversária do Brasil no Mundial 2026. A análise foca na sua forma de jogar, jogadores de destaque e os principais pontos fortes e fracos da equipe tunisiana.

A Tunísia é a próxima adversária do Brasil na Copa do Mundo 2026. A equipe, que já passou por mudanças de comando, tem buscado se adaptar para enfrentar os grandes desafios do torneio. Sob a liderança do técnico Hervé Renard, a Tunísia adotou um esquema tático que busca explorar as fragilidades dos adversários.
Durante a preparação para o Mundial, a seleção tunisiana jogou em uma compacta formação 4-4-2, mas na abertura do torneio, surpreendeu ao mudar para um 5-3-2, um sistema que não havia sido utilizado anteriormente. Com a troca de comando, Renard implementou um novo conceito, utilizando um 5-4-1 na defesa, que visa atrair os adversários para as laterais e depois contra-atacar.
Embora a seleção tunisiana não tenha estrelas de renome mundial, alguns jogadores chamam a atenção. Omar Rekik, nascido na Holanda, é um dos mais conhecidos, mas o verdadeiro destaque é Hannibal Mejbri, que é oriundo da base do Manchester United e atualmente defende o Burnley. Além deles, Rani Khedira e Ellyes Skhiri, ambos com experiência em times europeus, são peças chave no meio-campo.

No entanto, o ataque da Tunísia deixou a desejar nos primeiros jogos, com apenas duas finalizações contra o Japão, nenhuma delas em jogadas abertas. O único gol do time até agora foi resultado de um arremesso lateral contra a Suécia. A equipe apresenta um padrão de ataque que depende muito de jogadas de bola parada, sendo um dos times que mais sofreu com contra-ataques rápidos no torneio.
Taticamente, a Tunísia tem mostrado vulnerabilidades, especialmente na transição defensiva, onde as distâncias entre os jogadores aumentam. Isso pode ser uma oportunidade para o Brasil, que tem um ataque forte e veloz. Historicamente, as seleções se enfrentaram três vezes, com o Brasil levando a melhor em um amistoso em 1978, vencendo por 4 a 0. Os outros dois encontros em amistosos terminaram empatados.
Esta análise é um resumo da pesquisa mais aprofundada disponível no VI PRO, que explora ainda mais as estratégias e desempenho da Tunísia no torneio.