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Teams18 de junho de 2026

Ancelotti busca o capolavoro: levar o Brasil ao Hexa e acabar com jejum de 24 anos

Carlo Ancelotti tem como objetivo levar o Brasil ao seu sexto título mundial, encerrando um jejum de 24 anos. A jornada de qualificação do Brasil foi desafiadora, terminando em quinto lugar nas eliminatórias. O elenco conta com estrelas como Neymar, Vinicius e Raphinha.

Ancelotti busca o capolavoro: levar o Brasil ao Hexa e acabar com jejum de 24 anos

![Image](https://tmw-storage.tcccdn.com/storage/tuttomercatoweb.com/img_notizie/thumb3/04/0475f8fc3e8391e2e1c5edb9eab88d8f-36338-oooz0000.jpeg)

No Grupo C, ao lado de Haiti, Marrocos e Escócia, está o Brasil, que atualmente ocupa o 6º lugar no ranking da FIFA. Esta será a 23ª participação do país em Copas do Mundo, fazendo da Seleção a única equipe que esteve presente em todas as edições do principal torneio de futebol do planeta. Desafiando as tradições do futebol brasileiro, o italiano Carlo Ancelotti será o comandante da equipe, sendo o primeiro técnico estrangeiro a treinar a Seleção em uma Copa do Mundo e apenas o quarto estrangeiro na história a assumir o cargo. Ancelotti viverá sua primeira experiência como técnico principal, embora tenha feito parte da comissão técnica de Sacchi com a Itália em 1994, justamente nos Estados Unidos. Na sua vasta coleção de troféus, falta apenas o ouro do Hexa, um título que o Brasil não conquista há 24 anos — um jejum que se equipara ao que ocorreu entre o terceiro título, em 1970, e o quarto, em 1994. O caminho do Brasil rumo ao Mundial de 2026 foi complicado. A Seleção garantiu a vaga apenas nas últimas rodadas, terminando as eliminatórias em quinto lugar, com 8 vitórias, 4 empates e 6 derrotas, números incomuns para uma equipe acostumada a dominar o cenário sul-americano. A pressão aumentou após duas derrotas para a Argentina, partidas sempre complicadas para o futebol brasileiro, que resultaram em mudanças significativas na comissão técnica. A derrota por 1-0 no Maracanã, em novembro de 2023, levou à saída de Fernando Diniz e à nomeação de Dorival Júnior, que foi demitido em março de 2025 após uma pesada derrota de 4-1 em Buenos Aires. Essa sequência de eventos culminou na escolha revolucionária de confiar a Ancelotti o destino da Seleção. O esquema tático adotado será um 4-2-3-1 bastante ofensivo, contando com uma linha de ataque composta por jogadores rápidos e laterais agressivos. No entanto, a defesa também não poderá ser subestimada, já que Ancelotti é conhecido por seu trabalho defensivo e poderá contar com a solidez de dois grandes jogadores como Marquinhos e Gabriel. O destaque do time está no ataque, onde brilham as estrelas Vinicius e Raphinha, além de talentos como Martinelli, o versátil Matheus Cunha e o vice-artilheiro da Premier League, Igor Thiago. Todos os olhares, no entanto, estarão voltados para Neymar. O maior artilheiro da história do Brasil conseguiu garantir uma convocação de última hora e se prepara para disputar sua quarta e última Copa do Mundo. Wesley está fora por lesão: Ederson o substitui. Os convocados são: Goleiros - Alisson (Liverpool), Ederson (Fenerbahçe), Weverton (Grêmio). Defensores - Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel (Arsenal), Ibanez (Al-Ahli), Leo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG). Meio-campistas - Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United), Danilo (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad), Paquetá (Flamengo), Ederson (Atalanta). Atacantes - Endrick (Lyon, emprestado pelo Real Madrid), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Neymar (Santos), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth), Vinicius (Real Madrid). Formação ideal do Brasil (4-2-3-1): Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel, Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães; Raphinha, Cunha, Vinicius; Igor Thiago. Técnico: Ancelotti.